sexta-feira, 11 de março de 2011

Reciclando atitudes!

A Faculdade de Guanambi há alguns meses vem trabalhando num projeto que conscientizou muitas pessoas, FG e você pelo planeta.

Como o nome já diz, somos levados a repensar nossas ações.
 Em uma visita pelo CAPS (Centro de Atenção Pisico-Social) da cidade de Guanambi, orientada pelo professor Jaldo, da matéria de psicologia, tivemos a oportunidade de conhecer cada pedaço daquele lugar e cada pessoa que ali se encontrava.
       Foi magnífico estar em um ambiente em que somos livres para agirmos como loucos. Afinal como o próprio Jaldo comentou... - Aqui eles são normais, vocês é que são anormais já que estão no ambiente deles!

Conversamos com cada um, ouvimos suas histórias, observamos o que sabem fazer, ficamos encantados com as oficinas, o grupo de teatro, as conversas... 
Não poderíamos sair dali, sem deixar nossa marca. 
Lembrando da iniciativa da FG, e vendo o trabalho dos usuários do CAPS, resolvemos também dar a nossa contribuição.
Foram mais de 100 garrafas doadas...


Podemos dizer que a nossa contribuição não foi só para as pessoas do CAPS mas também para o meio ambiente. 
Assim, vibramos, discutimos, nos emocionamos, e com certeza aprendemos muito.




“Não basta que seja pura 
e justa a nossa causa. 
É necessário que a pureza 
e a justiça existam dentro de nós”.
"Agostinho Neto – Do povo buscamos a
força"



sábado, 5 de março de 2011

Casal importa método de reabilitação para pessoas com lesão na medula

Fernanda e Felipe se conheceram durante tratamento nos EUA que já fez deficientes voltarem a andar

Em 2003, aos 17 anos, Fernanda Fontenele sofreu um acidente de carro que a deixou tetraplégica. Felipe Costa foi diagnosticado paraplégico em 2008, aos 20 anos, depois que capotou seu automóvel. Decidido a voltar a andar, ele procurou diversos tratamentos até conhecer o Project Walk, um centro de reabilitação avançada na Califórnia, Estados Unidos. Lá, Felipe viu pacientes com lesões medulares voltarem a andar e se tornou o primeiro brasileiro a fazer o tratamento na instituição, assim como uma fonte de informações para compatriotas que vivem a mesma situação.
Felipe conheceu Fernanda por meio dos vídeos que ela colocou na internet no intuito de conseguir dinheiro para viajar e fazer o tratamento. “Os vídeos me comoveram bastante porque as nossas histórias eram parecidas. Começamos a trocar e-mails e eu mandava informações sobre moradia e coisas que poderiam ajudá-la na Califórnia”, conta. Fernanda convocou os amigos, organizou uma campanha e conseguiu o valor necessário. “Quando ela chegou aos EUA, parecia que já nos conhecíamos há muito tempo. Tínhamos muitos sonhos e gostos em comum”, diz ele.
Os dois passaram cerca de um ano nos EUA. Fernanda já recuperou 100% dos movimentos dos braços e um parte dos movimentos das pernas e Felipe já consegue se sustentar em pé. “Foi muito importante termos passado pelo tratamento juntos. A cada movimento novo que eu consegui fazer, mostrava para ela e vice-versa”, conta Felipe. De volta ao Brasil, eles ficaram noivos e agora pretendem terminar o tratamento em um centro que os dois irão inaugurar no dia 16 de novembro em São Paulo. Batizado Centro de Recuperação de Lesão Medular AcreditANDO, a instituição é baseada no Método Dardzinski, desenvolvido no instituto Project Walk, que foi criado há cerca de dez anos, com o objetivo de fazer com que pacientes com lesão medular possam voltar a andar.
O centro será o único da América Latina a utilizar o método e terá capacidade para atender até 15 pessoas ao mesmo tempo. Segundo Fernanda, o método é aplicado em cinco fases, sendo as primeiras dedicadas ao estímulo para criação de massa muscular. “As duas últimas fases são para pessoas que têm o movimento, mas não têm a coordenação para voltar a andar”, diz. “Os exercícios são repetitivos e o clima é de academia.” A área de cerca de mil metros quadrados tem todos os equipamentos importados e duas instrutoras que passaram pelo treinamento na Califórnia. “Já tivemos mais de 100 inscrições”, conta Fernanda. Uma hora de tratamento deve custar entre R$ 100 e R$ 150, sendo que o indicado são três horas da fisioterapia diariamente. No futuro, a instituição deve oferecer também hidroterapia. 

Fonte:http://revistaepocasp.globo.com/Revista/Epoca/SP/1,,EMI186436-17276,00.html



Pesquisa avalia o impacto do carnaval

"Deve ser a melhor dor do mundo, porque você tem a dor e continua fazendo as coisas", comenta um dos médicos da reportagem.

Edição do dia 04/03/2011 - 14h47 - Atualizado em 04/03/2011 14h53
Evaristo Costa - São Paulo, SP

No Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas de São Paulo são atendidos em média 11 mil pacientes por mês. Uma ala de médicos fez um estudo exclusivo pro Jornal Hoje pra saber qual é o impacto do carnaval nos quesitos: pé, coluna e membros superiores.
“Depois dos ensaios e principalmente depois do carnaval aumenta a procura no pronto socorro de ortopedia, seja por dor no pé, por dor na coluna, por dor nos braços”, explica o médico Alexandre Fogaça Cristante.
Coluna
Pelo menos uma vez na vida, 80% das pessoas vão ter dor na coluna. O que dizer de quem ensaia duas, três horas por noite e praticamente todo dia.
“O ideal é que ninguém carregue mais do que 10% do peso normal. Então se a pessoa pesa 60, 70 quilos, o ideal é ela carregar até seis, sete quilos.”
A recomendação para aguentar o peso das fantasias é se preparar antes. “Se ela faz uma atividade física e condiciona a musculatura, no dia ela vai ter bem menos dor porque vai estar preparada para esse esforço”.
Pés
O primeiro resultado mostra que 33% das pessoas entrevistadas têm dor nas costas e 60% delas carregam nos ombros uma fantasia mais pesada que o ideal, de até 12 quilos.
“Quando estou de salto alto, dói um pouquinho a batata da perna, a panturrilha. Porque é o que força pra sustentar”, comenta a passista Carol Magalhães.
Como o salto é obrigatório para as passistas desfilarem, o médico recomenda “alongamento da panturrilha, alongamento da cadeia posterior, atividade física em geral com uma boa caminhada e natação eventualmente”.
Para não cair na avenida, “a recomendação basicamente é de preferência usar calçados que tenham um solado com perfil um pouco menos flexível pra proteger o pé e que abracem o tornozelo pra dar um pouco de estabilidade pra essa região”, sugere Alexandre Leme dos Santos, especialista em pé e tornozelo do Hospital das Clínicas.
Depois que desfilou faz o quê? “O gelo é a melhor opção porque ele funciona como anti-inflamatório e analgésico”, fala Alexandre.
Os doutores descobriram que 82% dos passistas entrevistados têm dor nos pés e 94% algum tipo de calosidade.
Membros superiores
“Dói o braço direito, aqui no ombro assim, porque a gente mexe muito com o braço direito quando toca o repelique”, conta um dos integrantes da bateria.
Eles podem ter trauma por esforço repetitivo.
“Tem que ter técnicas pra todos os instrumentos ou vai cansar. Você pega a técnica da munheca e vai cansar menos. Eu nem mexo meu braço”, mostra outro integrante da bateria.
“As bolhas acabam formando calosidades que nada mais é do que uma proteção da própria pele devido a frequência com que eles fazem isso”, explica o médico.
Para garantir o samba olha só o que os ritmistas passam: 37% dos entrevistados sentem cansaço e dores depois do desfile, principalmente nos ombros e nos braços. A queixa mais comum são bolhas e calos nas mãos.
“Essa deve ser a melhor dor do mundo, né? Porque você tem dor e continua fazendo as coisas”, comenta o cirurgião Marcelo Rosa de Resende. “A conclusão de tudo isso é que quando as pessoas fazem alguma coisa por prazer, a situação que a gente identifica aqui, elas superam a dor com a emoção de estar tocando pela sua escola.”

Fonte:http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2011/03/pesquisa-avalia-o-impacto-do-carnaval-no-corpo-de-quem-desfila.html

Pesquisadores japoneses afirmam que cantar faz bem à saúde

Segundo a pesquisa, a prática pode retardar os efeitos de doenças, melhorando a qualidade de vida.

Pesquisadores japoneses descobriram que o hábito de cantar pode trazer benefícios surpreendentes para a saúde. Especialmente para a saúde das pessoas mais velhas, como mostra o correspondente Roberto Kovalick.

Atenção senhores passageiros: vai partir o karaokê sobre rodas! A ordem da comissária é "apertem o cinto, sigam a letra e se divirtam". Todos os dias o ônibus musical sai lotado. Os pontos turísticos de Tóquio servem de inspiração. A maioria dos passageiros tem em torno de 60 anos e muitos são frequentadores assíduos.

"Este passeio me deixa muito feliz", diz a aposentada "quero cantar até o dia em que morrer"
No ônibus ninguém liga se os cantores são afinados ou não. Se a música é um clássico ou brega. O importante é cantar. Um estudo feito em Tóquio mostrou que isso ajuda a combater males ligados ao envelhecimento. Os inventores do karaokê descobriram uma razão científica para soltar a voz.
O estudo foi feito em um hospital que trata idosos com doenças como Alzheimer e senilidade.
O criador do método, Takehiko Akaboshi, de 80 anos, acompanha no teclado. A mulher dele mostra que os instrumentos têm calosidades, que estimulam as terminações nervosas das mãos. E explica que, ao seguir a música, os idosos desenvolvem a coordenação motora.
A professora incentiva os alunos: "Depois dos 60, a gente começa a curvar a coluna. Quando enche o pulmão para cantar, a coluna se ajeita automaticamente".

Um grito de "viva" para animar, o aquecimento das cordas vocais e o ensaio dos instrumentos. Aos poucos, eles vão pegando o jeito. E se transformam num coral afinado e no ritmo.
É um feito enorme: muitos deles não respondiam a estímulos, não sorriam e alguns nem falavam.
A pesquisa feita pelo médico Kazutomi Kanemaru analisou o cérebro de sete idosos com Alzheimer. Só um não teve melhoras. Na imagem, as manchas vermelhas e amarelas são áreas do cérebro que estão funcionando normalmente. Em uma nova imagem, feita oito meses depois, as áreas vermelhas e amarelas ficaram maiores, o que significa que voltaram a funcionar.
O doutor Kanemaru alerta que a música não cura as doenças da velhice, mas retarda os efeitos, melhorando a qualidade de vida.
A turma do ônibus musical não tem nenhuma doença degenerativa. Eles cantam por diversão e prevenção. E se essa cantoria toda incomodar alguém, agora eles têm uma boa desculpa: foi o médico que mandou.

FONTE:http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2010/11/pesquisadores-japoneses-afirmam-que-cantar-faz-bem-saude.html Edição do dia 15/11/2010

Musicoterapia em geriatria

O idoso é estimulado a retomar movimentos corporais, ao mesmo tempo em que vê resgatada a sua memória como um todo.

O trabalho musicoterápico em geriatria deve ser, de certa forma, diferente do que deve-se desempenhar com outros pacientes, tendo por objetivo geral a alteração de seu comportamento e a ampliação de suas capacidades. O tratamento musicoterápico oferecerá ao idoso a oportunidade, num primeiro momento, de estimulação às suas atividades mnêmicas (processo de ajuda ou de treinar a memória), atingindo, a partir delas, as demais funções cognitivas. O ato de tocar, cantar, improvisar, criar e partilhar experiências, entre outras atividades, propicia a elaboração de conteúdos mentais mais complexos a partir de sua produção sonoro-musical. O idoso é estimulado a retomar movimentos corporais, ao mesmo tempo em que vê resgatada a sua memória como um todo (Souza, 1997).
Além da cognição, a música pode proporcionar estímulos fisiológicos, influenciando o ritmo cardíaco e pressão sanguínea, facilitando a movimentação das extremidades superiores e inferiores do corpo, as fortalecendo (Blasco,1999). Também exerce grande influência sobre a auto-estima do paciente, trabalhando seus aspectos emocionais.
 
A Musicoterapia tem como função principal, no tratamento com a terceira idade,
restabelecer a auto-estima do idoso frente às suas potencialidades, ao meio que
o cerca e a que pertence. Ao restituir esta capacidade de crença em si mesmo, de
sua potência como sujeito, o idoso restabelece o crédito diante do social,
alterando para melhor o conceito que a sociedade tem dele e ele de si mesmo.
(Cerqueira de Souza, 2006).
 

No trabalho musicoterápico, é fundamental que o musicoterapeuta tenha um conhecimento aprofundado das músicas que fizeram e fazem parte do universo musical do paciente, a fim de criar um ambiente propício para o fluir da linguagem musical e de seus aspectos terapêuticos.


Principais Objetivos da Musicoterapia com Pacientes Geriátricos


- Reforçar ou reestabelecer o ritmo de marcha: Por diversas causas, o idoso pode apresentar dificuldade de locomoção e de equilíbrio, dificultando até mesmo a sua própria marcha. A utilização de músicas com o ritmo e a pulsação bem marcados auxiliará o paciente a reestabelecer-se quanto a esta necessidade.
 
 - Estimulação da fala: Muitas vezes, em decorrência à doença, o paciente geriátrico tem seu processo de comunicação verbal afetado. Porém, estas dificuldades podem ou não se apresentar, ou se apresentar com menor intensidade, na utilização do canto. Estimulando o canto, podemos estimular a musculatura facial e as áreas cerebrais envolvidas, auxiliando o processo de reabilitação.

 - Estimulação da memória:  A memória geralmente apresenta debilitações na maioria dos idosos, seja pelo processo normal de envelhecimento ou pelo surgimento de uma demência. A música, porém, traz reminiscências do passado, e ajuda no resgate de lembranças.
 

 - Estimulação da Cognição: O processo cognitivo se altera com o avanço da idade, se tornando mais lento. Aprender novas músicas, ou relembra-las, tocar instrumentos musicais e reforçar associações pode se tornar um meio excelente de estimular a cognição e estimular o raciocínio, ajudando até mesmo a prevenir ou retardar doenças associadas à demências.

 - Força Muscular: Os idosos perdem massa e força muscular com o passar dos anos. Estimula-los com instrumentos musicais de percussão que exijam um maior trabalho muscular, ou trabalhar o corpo através da música (dança, alongamentos), pode ser de grande ajuda para a manutenção e desenvolvimento desses músculos.

 - Motricidade: A motricidade fina é uma grande dificuldade encontrada pelos pacientes geriátricos. Através de instrumentos que utilizem baquetas, do teclado ou do piano, podemos obter meios excelentes de estimulação neste requisito.

 - Depressão: A música é, na maioria das vezes, prazerosa, auxiliando o idoso
não só nos aspectos físicos como também em seus aspectos emocionais. A música propicia momentos prazerosos, onde o idoso tem a possibilidade de expressar as suas emoções e também lidar com seus sentimentos de perda, seus medos e tristezas.

 - Solidão: Os idosos institucionalizados têm maior tendência a sentirem solidão e abandono. A música possibilita, através de seu potencial integrador, que os moradores dessas instituições se conheçam e compartilhem suas vivências e experiências, aprendendo a lidar e a apreciar a companhia de outros idosos, o que auxilia na formação de círculos de amizade e convivência, além de ampliar os momentos de satisfação proporcionados pela vivência grupal.
 

FONTE: http://musicoterapia-saopaulo.blogspot.com/2008/08/musicoterapia-na-terceira-idade.html

Japão inventa robô fisioterapeuta


O Japão é referência mundial na fabricação de robôs.
Depois de lançar recentemente o robô enfermeiro, que pode carregar pessoas com problemas para se locomover, o país criou o Taizou, robô capaz de ajudar na prática da fisioterapia.
O funcionamento é simples. Basta apertar um botão que o Taizou inicia o trabalho. Enquanto ele mostra como realizar o exercício de maneira correta, o paciente repete os exemplos. O instrutor mecânico demonstra até 30 tipos de movimentos, destinados a todos os grupos musculares.
Quando em uso, a bateria do robô dura por até duas horas. Por enquanto, a novidade ainda não está à venda, mas os inventores planejam iniciar a comercialização do produto no início de 2010, por US$ 8 mil cada.


Fonte:  http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI92968-17180,00-JAPAO+INVENTA+ROBO+FISIOTERAPEUTA.html

Tratar a Doença ou o Doente?

"Não pergunte que doença a pessoa tem mas que pessoa a doença tem",
esta frase primorosa de William Osler traduz exatamente a diferença de abordagem terapêutica entre a alopatia e a homeopatia.

A alopatia ou medicina tradicional ocidental tem seu foco na patologia, é calcada num paradigma mecanicista, seu objetivo é consertar o "defeito" que faz a máquina corporal  funcionar mal. Não que esta abordagem não seja bem intencionada nem tenha seu mérito, mas é por demais reducionista. O corpo não é só uma máquina. O ser humano não é só corpo físico. Saúde não é só ausência de doença. O ser humano não é matematicamente previsível. Cada pessoa é única, é individual. As doenças nunca são iguais porque os seres que as contém são diversos.
Há muitos problemas advindos deste paradigma materialista da medicina tradicional. Por exemplo: existem muitas manifestações físicas que não conseguem ser enquadradas em nenhuma patologia. Não obstante, as pessoas sofrem com os sintomas e peregrinam por uma infinidade de especialistas sem resposta para seus sofrimentos, simplesmente por que o que eles sentem não se encaixa nas classificações. O mais cruel é que, como não se trata de "uma doença", os pacientes têm a terrível sensação de que a culpa é deles, pois o que sentem " psicológico", é "frescura". Olha que confusão!
Do ponto de vista homeopático, a doença traduz um desequilíbrio e este pode se manifestar das formas mais peculiares possíveis. Saúde, por outro lado, é a capacidade de recuperação do equilíbrio, é um processo dinâmico, nunca estático. Tratar é uma arte muito mais requintada do que supõe nosso senso comum. A doença é apenas uma parte, como a ponta visível de um iceberg cuja base enorme mantém-se submersa e invisível. Por isso, num tratamento, o indivíduo como um todo (corpo, mente e alma) não pode, em hipótese alguma, ser desconsiderado, porque, não importa quão grave seja a sua patologia, o ser humano que a contém é sempre maior, mais complexo e mais importante que ela. Nós, médicos e pacientes, temos que ter coragem e habilidade para mergulhar no oceano misterioso e profundo da natureza humana atrás da estrutura basal deste iceberg, só assim teremos a possibilidade de eliminá-lo por completo, e então, verdadeiramente curar.

Fonte:http://www.planetanatural.com.br